Modelos de relatório financeiro
Modelos gratuitos e editáveis de demonstrações financeiras para empresas brasileiras — elaborados de acordo com o CPC (convergente com IFRS), com a formatação em reais, a terminologia e o contexto de entrega (CVM / SPED-ECD) corretos.
- Norma contábil
- CPC (convergente com IFRS)
- Exercício social
- Ano-calendário (jan.–dez.)
- Moeda
- BRL (R$)
- Entregue a
- CVM (companhias abertas) / Receita Federal (SPED-ECD)
Modelos de demonstrações financeiras
Modelos gratuitos e personalizáveis para cada demonstração financeira essencial — alinhados às normas contábeis locais, com moeda, datas e formatação numérica corretas já configuradas.
Relatório anual
Um relatório anual completo: resumo dos resultados, posição e fluxos de caixa.
DRE — Demonstração do Resultado do Exercício
Da receita líquida ao lucro líquido, com totais automáticos.
Balanço Patrimonial
Ativo, passivo e patrimônio líquido — com verificação automática do balanço.
DFC — Demonstração dos Fluxos de Caixa
Fluxos de caixa das atividades operacionais, de investimento e de financiamento.
Orçamento empresarial
Planeje receitas e custos — compare orçado x realizado.
Relatório de despesas
Detalhe as despesas corporativas e solicite o reembolso.
Entenda os relatórios financeiros no Brasil
Um relatório financeiro é o conjunto de demonstrações que traduz, em números, a saúde de uma empresa: quanto ela vendeu, quanto lucrou, o que ela possui e o que deve, e para onde foi o seu caixa. No Brasil, essas demonstrações seguem os pronunciamentos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), que são convergentes com as IFRS — ou seja, usam a mesma lógica internacional, mas com terminologia e regras adaptadas à legislação societária brasileira (Lei das S.A.).
Para o pequeno empresário, o MEI ou a empresa optante pelo Simples Nacional, esses relatórios cumprem duas funções: dar uma visão clara e organizada do negócio para o próprio dono e para sócios ou investidores, e servir de base para a escrituração contábil exigida pela Receita Federal. Já para companhias abertas, as demonstrações financeiras (DFP) são obrigatórias e fiscalizadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Ter modelos prontos, com a estrutura contábil correta e o cálculo automático dos totais, evita erros de soma, economiza tempo do contador ou do gestor financeiro e ajuda a apresentar os números de forma profissional para bancos, investidores ou parceiros comerciais.
Qual modelo você precisa?
- Relatório anual (relatorio-anual): reúne o relatório da administração, a DRE, o balanço e a DFC em um único documento — ideal para prestar contas a sócios e investidores ao final do exercício.
- DRE — Demonstração do Resultado do Exercício (dre): mostra receita, custos, despesas e o lucro (ou prejuízo) líquido do período — use para saber se a operação deu lucro.
- Balanço Patrimonial (balanco-patrimonial): mostra o ativo, o passivo e o patrimônio líquido em uma data específica — use para saber a posição financeira da empresa naquele momento.
- DFC — Demonstração dos Fluxos de Caixa (fluxo-de-caixa): mostra a movimentação de caixa entre atividades operacionais, de investimento e de financiamento — use para entender se o lucro contábil virou dinheiro em caixa.
- Orçamento empresarial (orcamento): compara valores orçados com os realizados — use no planejamento financeiro e no controle de metas ao longo do ano.
- Relatório de despesas (relatorio-de-despesas): detalha despesas corporativas (viagens, hospedagem, alimentação etc.) para fins de reembolso — use para prestação de contas de colaboradores.
Normas contábeis e obrigações no Brasil
As empresas brasileiras seguem os pronunciamentos do CPC, convergentes com as IFRS. As pequenas e médias empresas costumam aplicar o CPC PME (equivalente à IFRS for SMEs), com exigências de divulgação mais simples, enquanto as companhias abertas seguem o CPC completo, com regras adicionais impostas pela CVM. O ano-calendário (janeiro a dezembro) é o exercício social padrão da maioria das empresas brasileiras.
Do lado fiscal, a escrituração contábil digital (ECD) deve ser transmitida à Receita Federal via SPED até o último dia útil de maio do ano seguinte ao ano-calendário. Já as companhias abertas precisam entregar as Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) à CVM até o fim de março, ou em até três meses após o encerramento do exercício. Official source: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/sped-sistema-publico-de-escrituracao-digital/escrituracao-contabil-digital-ecd
Moeda, exercício social e formatação numérica
- Moeda: todos os valores são apresentados em reais (R$), com o símbolo antes do número (ex.: R$ 1.800.000,00).
- Separador decimal: vírgula (,) — por exemplo, R$ 1.234,56.
- Separador de milhar: ponto (.) — por exemplo, R$ 1.234.567,89.
- Datas: formato dia/mês/ano (DD/MM/AAAA), como é usado em toda a documentação contábil e fiscal brasileira.
- Valores negativos: exibidos entre parênteses, seguindo a convenção contábil usual nas demonstrações brasileiras.
- Exercício social: ano-calendário, de 1º de janeiro a 31 de dezembro.
O que diferencia estes modelos
- Estrutura contábil correta segundo o CPC, com a sequência de contas (ativo circulante, ativo não circulante, passivo circulante etc.) usada de fato nas demonstrações brasileiras.
- Formatação nativa em reais, com vírgula decimal, ponto de milhar e datas no padrão DD/MM/AAAA — nada de modelos genéricos em dólar ou com vírgula e ponto trocados.
- Terminologia contábil brasileira real: DRE, DFC, balanço patrimonial, IRPJ, CSLL, patrimônio líquido — os mesmos termos usados pelo seu contador.
- Totais e subtotais calculados automaticamente (lucro bruto, resultado operacional, lucro líquido, verificação do fechamento do balanço), reduzindo o risco de erro de soma.
- Orientação prática sobre onde e como cada demonstração é entregue no Brasil (CVM para companhias abertas, SPED-ECD para a Receita Federal).
