Custo CLT vs PJ: quanto custa contratar
Compare o custo total de um funcionário CLT (INSS patronal, FGTS, 13º, férias) com o custo de contratar por PJ, por regime tributário (Simples, Presumido) e com alerta de risco de pejotização.
Quanto um funcionário CLT custa de verdade para a empresa
Em 2026, contratar por CLT envolve muito mais do que o salário bruto anunciado na proposta: FGTS, INSS patronal, RAT/SAT, contribuições a terceiros (Sistema S), 13º salário e férias com 1/3 se somam ao custo mensal médio. Esta calculadora reconstrói esse custo total e compara com o valor equivalente de contratar a mesma pessoa como PJ, considerando o regime tributário de quem contrata.
A comparação ganhou um capítulo novo depois das decisões do STF sobre pejotização em 2024-25: contratos PJ com autonomia real passaram a ter mais segurança jurídica, mas subordinação disfarçada continua sendo risco de reconhecimento de vínculo. Por isso, além do custo, o resultado também aponta esse risco.
O que entra no cálculo do custo CLT
- FGTS: 8% do salário bruto, depositado todo mês pelo empregador em conta vinculada do trabalhador.
- INSS patronal: 20% sobre a folha no regime ordinário (Lucro Presumido ou Lucro Real) — empresas do Simples Nacional já pagam esse encargo embutido na alíquota única do DAS, sem esse adicional separado.
- RAT/SAT: contribuição ao risco de acidente de trabalho, em torno de 2% (varia de 1% a 3% conforme o grau de risco da atividade da empresa).
- Contribuições a terceiros (Sistema S — Senai, Sesi, Sebrae etc.): cerca de 5,8%, também variável por setor econômico.
- 13º salário e férias + 1/3: provisões obrigatórias que, quando anualizadas, aumentam o custo mensal médio mesmo fora do mês em que são efetivamente pagas.


