Custo CLT vs PJ: quanto custa contratar

Compare o custo total de um funcionário CLT (INSS patronal, FGTS, 13º, férias) com o custo de contratar por PJ, por regime tributário (Simples, Presumido) e com alerta de risco de pejotização.

Net income difference
Self-employed nets R$ 2.257 more per year

Employee net annualR$ 48.443
Self-employed net annualR$ 50.700
Employee effective tax rate19,3%
Self-employed effective tax rate15,5%

Employer cost difference-R$ 21.480

Quanto um funcionário CLT custa de verdade para a empresa

Em 2026, contratar por CLT envolve muito mais do que o salário bruto anunciado na proposta: FGTS, INSS patronal, RAT/SAT, contribuições a terceiros (Sistema S), 13º salário e férias com 1/3 se somam ao custo mensal médio. Esta calculadora reconstrói esse custo total e compara com o valor equivalente de contratar a mesma pessoa como PJ, considerando o regime tributário de quem contrata.

A comparação ganhou um capítulo novo depois das decisões do STF sobre pejotização em 2024-25: contratos PJ com autonomia real passaram a ter mais segurança jurídica, mas subordinação disfarçada continua sendo risco de reconhecimento de vínculo. Por isso, além do custo, o resultado também aponta esse risco.

O que entra no cálculo do custo CLT

  • FGTS: 8% do salário bruto, depositado todo mês pelo empregador em conta vinculada do trabalhador.
  • INSS patronal: 20% sobre a folha no regime ordinário (Lucro Presumido ou Lucro Real) — empresas do Simples Nacional já pagam esse encargo embutido na alíquota única do DAS, sem esse adicional separado.
  • RAT/SAT: contribuição ao risco de acidente de trabalho, em torno de 2% (varia de 1% a 3% conforme o grau de risco da atividade da empresa).
  • Contribuições a terceiros (Sistema S — Senai, Sesi, Sebrae etc.): cerca de 5,8%, também variável por setor econômico.
  • 13º salário e férias + 1/3: provisões obrigatórias que, quando anualizadas, aumentam o custo mensal médio mesmo fora do mês em que são efetivamente pagas.

Perguntas frequentes