Quanto de seguro de vida você precisa
Calcule quanto de seguro de vida você precisa, com base em dívidas, renda e anos de proteção — sem viés comercial e pensado para a renda variável de quem é PJ.
A regra prática mais citada por planejadores financeiros brasileiros é uma cobertura de seguro de vida equivalente a 5-10 anos de renda anual (o valor mais alto da faixa quando há filhos pequenos ou dívidas relevantes, como financiamento imobiliário); esta calculadora usa 10 anos como padrão. Diferente de um empregado CLT — que frequentemente tem seguro de vida em grupo pago pelo empregador como benefício —, quem é PJ/autônomo normalmente não tem essa cobertura corporativa a substituir. O benefício previdenciário do INSS em caso de óbito (pensão por morte) só existe para quem contribuiu ativamente ou tem qualidade de segurado preservada, e mesmo assim costuma ser modesto frente à real necessidade financeira da família — a maioria dos PJs que optam pelo pró-labore mínimo para otimizar o fator R contribui sobre uma base muito baixa, reduzindo ainda mais esse benefício.
Quanto de seguro de vida você realmente precisa
A regra prática mais usada por planejadores financeiros brasileiros é uma cobertura entre 5 e 10 anos da sua renda anual — o valor mais alto da faixa quando há filhos pequenos ou dívidas relevantes, como financiamento imobiliário. Esta calculadora usa 10 anos como padrão e ajusta o valor considerando suas dívidas, dependentes e a diferença entre ter uma renda de CLT ou de PJ.
Por que quem é PJ costuma precisar de mais cobertura do que imagina
- Quem é empregado CLT frequentemente tem seguro de vida em grupo pago pelo empregador como benefício — quem é PJ ou autônomo normalmente não tem essa cobertura corporativa a substituir.
- A pensão por morte do INSS só existe para quem contribuiu ativamente ou mantém a qualidade de segurado, e costuma ser modesta frente à real necessidade financeira da família.
- PJs que optam por um pró-labore mínimo, para otimizar o fator R do Simples Nacional, contribuem ao INSS sobre uma base baixa — o que reduz ainda mais o valor da eventual pensão por morte.


