Reforma do imposto de renda 2026
Veja quanto você economiza (ou paga a mais) com a reforma do IR 2026: isenção até R$5.000, redutor até R$7.350, e o novo imposto sobre dividendos e altas rendas.
Enter last year's net take-home above to see the year-on-year change.
O que a reforma do imposto de renda de 2026 muda para você
A reforma do imposto de renda que entrou em vigor em 2026 tem três frentes: isenção total de IRRF para quem ganha até R$5.000 por mês, um redutor que diminui o imposto progressivamente até R$7.350, e, do lado de quem vive de renda de capital, o fim de quase 30 anos de isenção sobre dividendos, com um novo IRRF de 10% acima de R$50.000 distribuídos por mês.
Quem ganha, quem perde e o quanto depende muito da composição da sua renda: assalariados e PJs com pró-labore na faixa de R$5.000 a R$7.350 ganham com a isenção/redutor; quem distribui lucros altos todo mês passa a pagar um imposto que não existia antes; e rendas muito altas (entre R$600.000 e R$1.200.000 por ano) ainda entram no novo IRPFM, uma tributação mínima progressiva separada.
As três frentes da reforma de 2026
- Isenção total de IRRF até R$5.000 de renda mensal — quem ganha até esse valor não paga mais imposto de renda na fonte, independentemente de ser CLT ou pró-labore de PJ.
- Redutor progressivo entre R$5.000,01 e R$7.350 de renda mensal, que reduz o IRRF de forma decrescente dentro dessa faixa, até desaparecer no topo, onde volta a valer a tabela tradicional.
- IRRF de 10% sobre distribuições de lucros e dividendos que superem R$50.000 no mês, por empresa pagadora e por pessoa física beneficiária, desde 1º de janeiro de 2026 (Lei 15.270/2025) — antes disso, a distribuição era isenta.
- IRPFM (Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo): uma tributação mínima progressiva de 0% a 10% sobre a soma de todos os rendimentos anuais (inclusive dividendos) de quem recebe entre R$600.000 e R$1.200.000 por ano, um mecanismo de reconciliação separado do IRRF mensal.


